Expresso da Saúde leva atendimento gratuito a mais de 200 pessoas em Jacobina

O município de Jacobina recebeu neste sábado (30) a visita do Expresso da Saúde, iniciativa do deputado estadual Samuel Junior, que tem levado atendimento médico de qualidade e serviços essenciais para diversas cidades da Bahia por meio de um caminhão de saúde itinerante.

A ação contou com a parceria do vereador Abraão Reis e do vereador local Pastor Jairo, sendo realizada na Assembleia de Deus em Jacobina, durante todo o dia. Uma clínica parceira disponibilizou médicos e especialistas, garantindo que a população tivesse acesso a consultas e exames gratuitos.

Entre os serviços oferecidos estavam atendimento com clínico geral, dentista, vacinação, eletrocardiograma (ECG), ultrassonografia e ainda a participação do Hemoba, com orientações sobre doação de sangue e saúde.

O resultado foi expressivo: 223 pessoas foram atendidas ao longo do dia, recebendo cuidados médicos essenciais sem qualquer custo.

Para o deputado Samuel Junior, o sucesso da ação reforça a importância do projeto:

“O Expresso da Saúde é uma iniciativa que nasceu para estar perto das pessoas, cuidando daquilo que é mais precioso: a vida. Ver centenas de jacobinenses sendo atendidos de forma humanizada e gratuita nos dá a certeza de que estamos no caminho certo”, destacou.

Com o apoio de parceiros locais, o Expresso da Saúde segue seu percurso por diversas cidades da Bahia, levando atendimento especializado, humanizado e gratuito a quem mais precisa.

Samuel Júnior afirma que bancada da oposição não debateu apoio a Angelo Coronel

O vídeo gravado recentemente pelo líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Tiago Correia (PSDB), em que ele declara apoio à reeleição do senador Angelo Coronel (PSD) acabou não agradando alguns colegas da bancada da minoria.

A publicação foi feita no último dia 14, durante a visita dos dois a Guanambi onde participaram das comemorações dos 106 anos de emancipação política do município. Na oportunidade, Correia fez um aceno ao senador pessedista, que já admitiu estar inclinado a migrar para base do líder da oposição no Estado, ACM Neto (União Brasil), caso não encontre espaço na chapa majoritária de 2026.

Sem pedir reservas, o 1º secretário da Mesa Diretora, Samuel Júnior (Republicanos), falou com exclusividade a este Política Livre que a declaração causou estranhamento. Ele também admitiu ter uma relação amistosa com o senador do PSD, seu ex-colega no Parlamento estadual, e frisou que “o fato de ter uma relação pessoal com Coronel não quer dizer que ele será o seu candidato”. Ele também ponderou que esse não é o momento de declarar apoios e, sim, “de construir caminhos”.

“Eu respeito muito a colocação do líder Tiago, eu acho que ele tem todo o direito. Eu acho que só uma observação é falar em nome da oposição. Eu sempre digo que Coronel é um grande amigo meu, eu tenho uma predisposição, inclusive, para votar em Coronel, agora, lógico, eu sou homem de grupo. Então, eu votarei em Coronel com muito bom gosto se Coronel estiver como candidato nosso, do nosso grupo, da nossa chapa”, afirmou.

Vale lembrar que pelo campo da oposição os candidatos que estão com os nomes escalados para concorrer às duas vagas no Senado Federal na eleição de 2026 são o presidente do PL na Bahia, João Roma, e o ex-deputado federal e ex-presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (Republicanos).

“Caso Coronel não fique na nossa chapa, eu não teria a mesma predisposição que meu líder, Tiago, se manifestou. Nós não tivemos uma reunião, nenhum bate-papo com a bancada, para a gente dizer assim ‘esse será o nosso candidato’. Eu acho que esse é um sentimento do deputado Tiago”, completou.

Ainda de acordo com Samuel Júnior, o ingresso de Angelo Coronel na oposição será comemorada, porém, caso ele seja demovido da ideia e decida permanecer aliado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) não terá constrangimento em dizer ao senador “olha, eu vou continuar sendo seu amigo, mas eu sou um homem de grupo e preciso fortalecer o nosso grupo político”.

Fonte: politicalivre

Samuel Júnior defende mulher, negra e evangélica para vice de Neto em 2026 e avalia possível saída de Coronel da base de Jerônimo

O deputado estadual Samuel Júnior (Republicanos) comentou, nesta segunda-feira (11), durante conversa com a imprensa na sede da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), a possibilidade de o senador Angelo Coronel (PSD) migrar para a base de ACM Neto (União Brasil) nas eleições de 2026.

Segundo o parlamentar, Coronel tem legitimidade para buscar a reeleição e destacou o trabalho do senador em defesa dos municípios. Ele afirmou que, caso o movimento político se concretize, Coronel será bem recebido no grupo de oposição para compor a chapa de ACM Neto ao governo estadual. “Se Coronel vier para o grupo, será muito bem-vindo para ser o nosso candidato ao Senado, marchando junto com ACM Neto. Estamos de braços abertos para recebê-lo”, disse Samuel.

O deputado também opinou sobre a escolha do vice de ACM Neto para a disputa ao governo, defendendo que o perfil ideal seja o de uma mulher, negra e evangélica. “Acho que, se a gente conseguir colocar uma mulher para ser a nossa vice, principalmente se for uma mulher negra e evangélica, já conseguimos dar um avanço muito significativo. O Republicanos tem quadros para isso e para somar com a chapa de Neto”, afirmou.

Fonte: ClassePolitica

Deputado Samuel Júnior elogia apoio de Zé Cocá à reeleição de Angelo Coronel e lembra possível imbróglio no PSD para 2026 Classe Politica Política com Interatividade

Por Yuri Abreu

O deputado estadual Samuel Júnior (Republicanos) comentou, nesta segunda-feira (11), a declaração do prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), que anunciou apoio à candidatura de reeleição do senador Angelo Coronel (PSD), nas eleições de 2026. A fala foi dada na sede da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).

Segundo o parlamentar, Zé Cocá é um dos principais líderes políticos da região e seu posicionamento reflete o sentimento de muitos prefeitos baianos. Samuel lembrou que, durante a Marcha dos Prefeitos, em Brasília, presenciou o gabinete de Coronel cheio de gestores municipais buscando apoio. “Ele ajudava prefeitos, conversava, dava atenção. Isso mostra sua sensibilidade. Inclusive encontrei Zé Cocá lá. Esse apoio é o sentimento de muitos municípios”, afirmou.

Samuel também apontou que o cenário político dentro do PSD ainda está em fase de definição. Ele mencionou que o presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, já sinalizou que, caso o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), seja candidato à Presidência, terá seu apoio, o que pode acabar influenciar alianças nos estados. “Tem uma discussão importante sobre como vai ficar a relação do PSD com o PT aqui na Bahia. Até o fim do ano, teremos muitos capítulos dessa novela para assistir”, completou Samuel Júnior.

Fonte: ClassePolitica

Deputado Samuel Júnior critica silêncio institucional e aponta “perseguição” a Bolsonaro: “Que Deus tenha misericórdia do Brasil” Classe Politica Política com Interatividade

O deputado estadual Samuel Júnior (Republicanos) se pronunciou nesta quarta-feira (6) sobre a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Para o parlamentar baiano, a decisão expõe um cenário preocupante de desequilíbrio institucional e de “perseguição” dentro do sistema democrático brasileiro.

“Sem sombra de dúvida, um dos assuntos mais comentados nos últimos dias foi a prisão que o ministro Alexandre de Moraes impôs ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro”, afirmou. Samuel destacou que, embora decisões judiciais devam ser respeitadas, também devem ser objeto de análise e debate, o que, segundo ele, não está acontecendo de forma transparente no país. “Decisão judicial, primeiro a gente cumpre e depois discute. Só que infelizmente a gente não vê discussão sobre essa prisão”, pontuou.

Em tom crítico, o deputado afirmou enxergar uma “saga” pessoal por parte do ministro do STF contra Bolsonaro. Ele lamentou a falta de manifestação por parte do Congresso Nacional, em especial do Senado Federal, frente aos recentes episódios envolvendo o ex-presidente e outros parlamentares de direita. “Infelizmente, a gente não vê um pronunciamento do Congresso. Está todo mundo calado. A não ser que o baba tenha sido combinado e a gente não está sabendo”, ironizou.

Samuel Júnior também mencionou o caso do senador Marcos do Val, que passou a usar tornozeleira eletrônica, e do ex-deputado Daniel Silveira, preso por “crime de opinião”, segundo suas palavras. “Esse é o Brasil que nós estamos vendo. Que Deus tenha misericórdia do nosso país”, disse.

Contrário ao que chamou de “extremismos” tanto da esquerda quanto da direita, o deputado afirmou defender a preservação do Estado democrático de direito. “Cada dia precisamos lutar por mais democracia, porque o que estamos vendo não é um direito democrático, nem para o ex-presidente, nem para o senador, nem para outros que pensam diferente.”

Fonte: ClassePolitica

Samuel Junior critica STF, aponta desgaste de Lula e defende protagonismo da oposição na Bahia para 2026

deputado estadual Samuel Junior (Republicanos) fez duras críticas, na manhã desta terça-feira (5), à condução dos processos judiciais contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), durante entrevista ao programa De Olho na Bahia, da Rádio Mix Salvador (104.3 FM). Em conversa com o editor-chefe do Portal M!, Osvaldo Lyra, e com os jornalistas Matheus Morais e Gomes Nascimento, ele afirmou que a atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na decretação da prisão domiciliar de Bolsonaro, levanta sérias dúvidas sobre a legalidade do processo.

Liberdade ameaçada e judicialização da política

Segundo Samuel Junior, há um desequilíbrio claro na forma como a Justiça tem tratado figuras públicas, principalmente da direita. Para o deputado estadual, isso se reflete no cerceamento da liberdade de opinião e expressão.

“A forma como tem tratado esse processo do ex-presidente Bolsonaro me parece muito mais que é uma saga que ele colocou no coração de fazer. Quando a gente observa todo o processo legal, existem várias etapas que vêm sendo puladas”.

De acordo com o parlamentar, o silêncio de outros setores, como o Congresso Nacional e a própria imprensa, agrava ainda mais o cenário, transformando o que seria uma garantia constitucional em um privilégio de poucos. Samuel apontou ainda que outros políticos foram vítimas de “crimes de opinião” e essa perseguição atinge diretamente os fundamentos da democracia.

Bolsonaro inelegível e Tarcísio como principal nome da direita

Mesmo diante do cenário de inelegibilidade de Bolsonaro, Samuel Junior acredita que o ex-presidente ainda exerce forte influência política. Para o deputado estadual, atualmente, o ex-mandatário do país é o maior cabo eleitoral da direita e sua base de apoio popular continua sólida.

“O Bolsonaro hoje tem uma capacidade de agremiação de massa que nem o atual presidente consegue fazer”, avaliou Samuel.

O parlamentar ressalta, no entanto, que dificilmente o ex-presidente conseguirá reverter sua condição jurídica, o que torna urgente a construção de uma nova liderança para o campo conservador. Neste contexto, Samuel vê o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como a opção mais viável, embora admita que sua proximidade com Bolsonaro também possa trazer desafios.

Segundo ele, figuras do entorno do ex-presidente atrapalham a articulação de uma candidatura unificada e sólida. Para o deputado, o momento é de acelerar o processo de escolha do candidato.

“Não se constrói uma candidatura para presidente da República da noite para o dia. Precisamos vencer essa etapa. O presidente Bolsonaro não terá condição de ser candidato. Isso está posto pela Justiça.”

Distanciamento com PT e limites na relação com governo Jerônimo

Questionado sobre a relação entre o segmento evangélico e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) na Bahia, Samuel Junior afirmou que há respeito institucional, mas diferenças ideológicas profundas que inviabilizam uma aliança política real.

“Nós pensamos diferente. As pautas que o PT defende não se encaixam com os nossos sentimentos”, disse.

Apesar disso, o deputado reforçou que a oposição deve agir com inteligência e responsabilidade, sem desrespeitar os adversários. Ele também criticou o apoio de nomes ligados ao segmento evangélico que integram o governo estadual, como o ex-deputado estadual Heber Santana (Podemos), e disse que a aproximação entre os dois campos é improvável.

Oposição na Bahia e a construção para 2026

Sobre o futuro político do Estado, Samuel Junior defendeu que o Republicanos tenha espaço na chapa majoritária da oposição em 2026. Segundo ele, o partido é hoje um dos principais aliados do vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, com três deputados estaduais e três federais na Bahia, e deve participar ativamente da formação do grupo opositor.

“Com exceção da federação entre União Brasil e PP, o Republicanos é o maior partido do grupo de Neto. Acho que temos condições reais de ganharmos a eleição em 2026. São 20 anos do mesmo grupo político no poder. Está na hora de virar a chave.”

Samuel acredita que o ex-prefeito de Salvador tem se reestruturado após a derrota na última eleição e que uma candidatura sólida a presidente da República será decisiva para impulsionar as chances da oposição no Estado. Para ele, o fator Lula foi determinante em 2022, mas hoje o presidente sofre desgaste e já não mobiliza os mesmos apoios.

“Hoje Lula tem um grande desgaste. As promessas que foram feitas não têm chegado na casa das pessoas de baixa renda”, afirmou.

Ainda sobre as eleições de 2026, o deputado também citou nomes como o ex-ministro e presidente estadual do PL, João Roma, além das prefeitas de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União Brasil) e de Morro do Chapéu, Juliana Araújo (PDT), como possíveis candidatos à majoritária pela oposição.

Sobre o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), apontado como um dos gestores que se aproximou de Jerônimo e pode voltar a fazer parte da base governista, Samuel minimizou. Para ele, há uma diferença entre cordialidade institucional e adesão política.

“A gente precisa separar o abraço institucional com o abraço de estar no grupo”, declarou.

Fonte: Muita Informação