Samuel Junior se reúne com Flávio Bolsonaro em Brasília: ‘Alinhamento de ideias’

O deputado estadual Samuel Junior e o pré-candidato a deputado federal Abraão Reis, ambos do Partido Liberal (PL), se reuniram nesta quarta-feira (8), em Brasília, com o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro.

O encontro também contou com a participação do pré-candidato ao Senado pela Bahia, João Roma (PL), do prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá, e do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.

Segundo os representantes baianos, que devem representar a Assembleia de Deus nas próximas eleições, o objetivo da reunião foi o alinhamento de pautas e estratégias políticas, reafirmando compromissos com princípios conservadores defendidos nacionalmente pelo senador.

Para Samuel Junior, o encontro marca o início de uma atuação conjunta voltada ao fortalecimento de propostas para a Bahia e o país.

“Esse encontro simboliza mais do que uma agenda institucional, é um alinhamento de ideias e propósitos. Estamos unidos em torno de um projeto que busca quebrar de vez o ciclo vicioso causado pelo PT, fortalecendo valores, ampliando oportunidades e trabalhando por uma Bahia e um Brasil melhores”, afirmou.

Fonte Bahia.ba

Samuel Júnior deixa o Republicanos e ingressa nas fileiras do Partido Liberal

O deputado Samuel Júnior comunicou oficialmente à presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputada Ivana Bastos, que se desfiliou do Partido Republicanos e ingressou no Partido Liberal. No documento, encaminhado à chefe do Legislativo baiano, o 1º secretário da Mesa Diretora da ALBA solicitou que sejam adotadas as providências cabíveis para o devido registro dessas informações junto aos órgãos competentes da Casa Legislativa, especialmente para o cumprimento das disposições regimentais.

A mudança de agremiação, por parte do deputado Samuel Júnior, ocorreu na sexta-feira passada (3), quando houve o encerramento da chamada “janela partidária”, um período de seis meses, antes do pleito eleitoral de outubro, onde os parlamentares podem trocar de partido sem perder o mandato. A regra foi regulamentada pela Reforma Eleitoral de 2015, através da Lei nº 13.165, consolidando-se como uma saída para a mudança de legenda.

O deputado Samuel Júnior assumiu seu primeiro mandato no Poder Legislativo Estadual em janeiro de 2017, após a renúncia do então deputado Laerte do Vando, eleito prefeito do município de Monte Santo. Casado com a advogada Ariene Couto, vice-presidente do Instituto Assembleia de Carinho, Samuel Júnior foi filiado antes a três partidos políticos: PSC (2013-2018); PDT (2018-2022); e Republicanos (2022-2026). Agora, o parlamentar vai tentar a reeleição, para mais quatro anos, disputando uma cadeira na Assembleia Legislativa como candidato a deputado estadual pelo PL.

Reportagem: Nivaldo Costa 

Edição: Franciel Cruz

“Chamar de traidor é injusto”: Samuel Jr sai em defesa de Zé Cocá e critica base de Jerônimo

Durante conversa com o Classe Política nesta terça-feira (24), nos corredores da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o deputado estadual Samuel Júnior rebateu críticas feitas por governistas ao prefeito de Jequié, Zé Cocá.

A declaração ocorre após o líder do governo de Jerônimo Rodrigues na Alba, Rosemberg Pinto(PT), classificar Cocá como “especialista em traição”.

Para Samuel, o discurso da base governista é contraditório.

“Zé Cocá prestava até eles tentarem cooptar. Houve convite, inclusive para ser vice. Como ele não aceitou, agora passa a ser tratado como traidor. Mas ele permaneceu do mesmo lado”, afirmou.

O parlamentar ainda fez um apelo pela elevação do debate político na Bahia.

“O mais importante é manter o respeito, o nível da campanha e discutir ideias e propostas que transformem a vida do povo baiano”, completou.

Fonte: Classe Politica

Após ‘Caso Thamiris’, deputado propõe reconhecimento facial em escolas estaduais

O deputado estadual Samuel Júnior (Republicanos) apresentou, nesta quinta-feira (19), uma indicação na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) solicitando à Secretaria Estadual da Educação (SEC) a realização de estudos para implantação de um sistema de reconhecimento facial nas entradas dos colégios da rede estadual.

A proposta tem como foco reforçar a segurança de estudantes, professores e funcionários, por meio de um controle mais rigoroso de acesso às unidades escolares. A tecnologia permitiria identificar, em tempo real, quem entra e sai das escolas, dificultando a presença de pessoas não autorizadas e contribuindo para a prevenção de situações de risco.

A iniciativa ganha relevância em meio à crescente preocupação de pais e responsáveis com a segurança no ambiente escolar, especialmente após casos recentes de grande repercussão, como o da adolescente Thamiris, de 14 anos, que desapareceu ao sair da escola em Itinga, em Lauro de Freitas, e foi encontrada morta dias depois.

De acordo com o parlamentar, o objetivo é integrar ferramentas tecnológicas às políticas públicas de educação e segurança. “A escola precisa ser um ambiente seguro. O uso de reconhecimento facial pode ajudar no monitoramento de acessos e trazer mais tranquilidade para as famílias”, destacou o parlamentar em nota enviada à imprensa.

Caso avance, a medida dependerá de análise técnica e orçamentária da Secretaria de Educação, incluindo custos de instalação, manutenção e adequação à legislação de proteção de dados. Especialistas também apontam a importância de garantir transparência no uso das informações e respeito à privacidade dos estudantes.

A indicação não tem efeito imediato, mas abre espaço para discussão sobre novas estratégias de segurança nas escolas públicas da Bahia. A orientação para pais e responsáveis é acompanhar o tema e cobrar medidas que fortaleçam a proteção no ambiente escolar.

Samuel Júnior cobra esclarecimentos sobre venda da Cesta do Povo  e associa episódio à investigação envolvendo Banco Master

Em meio à repercussão nacional envolvendo o caso do Banco Master, o deputado estadual Samuel Júnior (Republicanos) utilizou o tempo de fala na tribuna da Assembleia Legislativa da Bahia, na última quarta-feira (4), para relembrar um episódio ocorrido no estado que, segundo ele, acabou sendo deixado de lado no debate público: a venda da Cesta do Povo.

Durante o pronunciamento, o parlamentar destacou a importância histórica da Bahia em diversos momentos marcantes para o Brasil. Samuel citou desde a chegada dos portugueses ao território em 1500; a fundação de Salvador como primeira capital do país em 1549; até a contribuição cultural de artistas baianos que ganharam projeção internacional, como Dorival Caymmi, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Gal Costa.

Em meio a isso, também citou políticas públicas criadas no estado, como a rede de supermercados populares Cesta do Povo, implementada em 1979 pelo então governador ACM com o objetivo de ampliar o acesso da população a alimentos a preços mais acessíveis e reduzir os índices de fome.

Segundo ele, esse modelo foi encerrado em 2018, quando o então governador Rui Costa (PT) autorizou a venda da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), responsável pela gestão da Cesta do Povo. A estatal foi vendida por cerca de R$ 15 milhões para o empresário Augusto Lima, ligado ao grupo que posteriormente se tornaria alvo de investigação nacional envolvendo o Banco Master.

O deputado também questionou a criação do programa CredCesta logo após a negociação.

“Menos de 60 dias depois da venda é criado pelo governador o tal ‘CredCesta’, um cartão que todo funcionário público recebe sem nem pedir, podendo lesar até 50% do seu salário se for usado. O senhor Augusto Lima vendeu metade da Cesta do Povo por R$ 30 milhões depois disso, não há negócio mais lucrativo no Brasil”, ironizou.

Para Samuel Júnior, o tema precisa voltar ao debate público, especialmente pelos impactos que o modelo teria causado aos servidores estaduais. De acordo com o deputado, enquanto o programa se tornou alvo de críticas por parte dos trabalhadores, os empresários envolvidos teriam obtido altos lucros com a operação.

Ainda durante o discurso, o parlamentar citou informações divulgadas sobre a atuação do senador Jaques Wagner (PT) no caso, mencionando a contratação do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega pelo banco, com remuneração considerada elevada.

“Os trabalhos exercidos foram recompensados com R$ 1 milhão de reais mensais. Quem aqui recebe um salário desse? Só jogador de futebol, e de time grande, porque aqui no Nordeste isso não é comum. Mas como dizia o doutor Octávio Mangabeira, pense num absurdo, na Bahia tem precedente. E a cada dia nós vemos que ele tinha razão”, completou.

Ao final da fala, Samuel Jr. defendeu que os fatos envolvendo a venda da Ebal e a criação do CredCesta sejam novamente discutidos, com maior transparência e esclarecimentos à população.

Fonte: bahiasemfronteiras

Samuel Júnior diz que sinais de afastamento de Coronel do governo Jerônimo já eram visíveis

O deputado estadual Samuel Júnior (Republicanos) afirmou nesta terça-feira (3) que o senador Angelo Coronel (PSD) já demonstrava, há algum tempo, a intenção de deixar a base do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), e se aproximar do grupo político liderado pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil).

Segundo o parlamentar, o comportamento recente de Coronel indicava um processo de distanciamento do campo governista. “Eu acho que esse sentimento de Coronel é uma coisa que já vinha se maturando, que o Coronel já vinha dando sinais sobre isso”, declarou.

Para Samuel Júnior, a ausência do senador em agendas políticas e articulações nos últimos meses foi um indicativo relevante. “Principalmente na política, a ausência, ela diz sempre alguma coisa. Como a ausência diz alguma coisa, a presença diz alguma coisa. E a ausência de Coronel nesses últimos meses já dava essa demonstração”, afirmou.

O deputado também avaliou que o movimento de Coronel ocorre em um contexto mais amplo de insatisfação e desejo de renovação no cenário político. De acordo com ele, há um sentimento de mudança tanto na Bahia quanto no país, o que tornaria o senador um nome estratégico para a oposição.

“Na verdade, também, hoje existe um sentimento de mudança em todo o Estado da Bahia, no cenário político, tanto no aspecto nacional quanto estadual”, disse. Para Samuel Júnior, a eventual chegada de Coronel ao grupo oposicionista teria peso político. “Eu acho que a vinda de Coronel também acrescenta muito para o nosso grupo político”, completou.

Ao concluir, o parlamentar demonstrou otimismo em relação ao futuro eleitoral da oposição. “Eu estou muito animado e Deus vai nos dar uma grande eleição”, afirmou.

Fonte: politicaaoponto

Samuel Junior denuncia perseguição religiosa contra pregador evangélico em Itabuna cometido pela prefeitura

Parlamentar cobra de Augusto Castro (PSD) ao afirmar que lei de poluição sonora não é aplicada com o mesmo rigor em outras situações, a exemplo de paredões ligados ao crime organizado.

O deputado estadual Samuel Junior (Republicanos) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa (ALBA), na última quarta-feira (10), para denunciar um episódio que classificou como perseguição religiosa ocorrido em Itabuna, no sul do estado. O caso envolve o pregador evangélico conhecido como ‘Moreno em Cristo’, que foi impedido por guardas municipais de exercer sua fé em uma praça pública.

Segundo relatos, os agentes da Guarda Civil Municipal arrancaram a caixa de som utilizada pelo pregador, enquanto ele recitava versículos bíblicos e entoava louvores, e não devolveram o equipamento. Em defesa da ação, o prefeito Augusto Castro (PSD) afirmou que o homem estaria descumprindo uma lei municipal referente ao controle de poluição sonora.

Para Samuel Júnior, porém, o argumento não se sustenta. O parlamentar destacou que a mesma rigidez não é vista em outros episódios de som alto no município, muitos deles, inclusive, ligados à criminalidade.

“Prefeito, esses guardas vão aos bares de Itabuna fechar os estabelecimentos que contrariam essa regra? Vão nos paredões, onde o tráfico de drogas usa como meio de fortalecer o crime? Se isso não ocorre, mais parece que vocês são aliados destas facções, é o que dá a entender”, criticou.

O deputado enfatizou ainda que o direito do pregador está garantido pela Constituição Federal, que assegura a liberdade individual para professar a fé, sem que isso represente desrespeito a outras crenças.

“O silêncio dos políticos de Itabuna e daqui, nesta Assembleia, é um alerta, senhores. Isso é perseguição religiosa, não tem outro nome, e a comunidade cristã precisa se posicionar. Não somente por nós, mas por outras religiões também. É inaceitável que o senhor Augusto Castro cometa tamanha arbitrariedade”, afirmou.

Samuel Junior reforçou que continuará acompanhando o caso e cobrando providências das autoridades municipais, defendendo o respeito aos direitos fundamentais e a proteção à liberdade religiosa em toda a Bahia.

Fonte: noticialivre

Samuel Júnior prevê fracasso da “coligação do 13” e critica governo por segurança pública e fila da regulação

O deputado estadual Samuel Júnior (Republicanos) conversou com a imprensa na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) nesta quarta-feira (10) e expressou sua descrença de que a “coligação do 13” (referência às candidaturas de Lula à Presidência da República e a de Jerônimo Rodrigues ao Governo do Estado) terá sucesso nas eleições de 2026.

Segundo o parlamentar, o eleitorado está mais atento ao desempenho do governo.

“Sem sombra de dúvida não. O povo já está acho que muito mais esperto. A prova está aí: em mais quatro anos no governo do PT, muita promessa e pouca materialização dessa promessa,” declarou.

Críticas à gestão e empréstimos

Samuel Júnior criticou o alto endividamento do estado. Ele mencionou que a Alba está votando “mais um empréstimo” que, somado, totaliza “mais de R$ 26 milhões” em apenas três anos de gestão.

O deputado questionou a aplicação desses recursos, afirmando que a população não está vendo o benefício chegar. Ele listou os principais problemas do estado:

  • Segurança Pública: O “maior gargalo do Estado, sem sombra de dúvida,” é a segurança, que o governo não consegue resolver.
  • Regulação da Saúde: O problema da regulação “cada dia piora”, com pessoas morrendo na fila.

O parlamentar lembrou que o governador “prometeu zerar a fila da regulação,” mas, na verdade, três anos depois, a fila está “muito maior”

fonte: classepolitica

Deputado Samuel diz que impressora da Serin é ferramenta de Jerônimo

 O deputado estadual Samuel Júnior (Republicanos) voltou a criticar, na sessão desta segunda-feira (1º), a política de endividamento do Governo da Bahia. Durante o debate sobre mais um pedido de empréstimo encaminhado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), desta vez de R$2 bilhões, o parlamentar levou uma impressora ao plenário da Assembleia Legislativa, em um gesto simbólico que chamou atenção de colegas, servidores e imprensa.

Segundo Samuel, o equipamento representaria a principal “ferramenta de trabalho” do governo atual. “É a impressora que funciona para a Serin [Secretaria de Relações Institucionais]: imprime ordem de serviço, imprime promessa, levanta plaquinha e posa para foto. O que não vemos é a execução”, afirmou.

O deputado destacou que, apenas no mandato de Jerônimo Rodrigues, mais de R$26 bilhões em empréstimos já foram autorizados pela Assembleia, sem que a população perceba a aplicação desses recursos em melhorias reais.

Ele citou como exemplos as estradas estaduais, que seguem esburacadas, e a Ponte Salvador-Itaparica, anunciada repetidas vezes, mas que não saiu do papel. Para Samuel, o volume de autorizações financeiras somado à ausência de obras efetivas acende um sério sinal de alerta.

“O governo vive de assinar ordens de serviço e de divulgar recursos que nunca chegam ao chão da obra. Por isso essa impressora simboliza exatamente isso. Muita publicidade, muita folha impressa, mas nada de concreto para melhorar a vida do povo baiano. A ponta já virou meme, não dá pra esperar a conclusão sendo que nem começou”, disse.

Samuel Júnior votou contra a nova operação de crédito e reiterou que continuará cobrando transparência e execução das obras anunciadas. “A Bahia não aguenta mais promessas. Só vai melhorar quando esse grupo sair do poder”, finalizou.

Fonte: Bahiaja

Samuel Jr. adota tom conciliador na oposição, diz estar “em paz” com críticas e garante: “Estou muito bem onde estou”

O deputado estadual Samuel Júnior (Republicanos) negou, nesta segunda-feira (27), qualquer tipo de desentendimento interno na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e afirmou estar “em paz” sobre supostas críticas a ele nos bastidores do Legislativo baiano. Ao Bahia Notícias, o parlamentar afirmou que as informações que circulam sobre insatisfação ou atritos com a liderança da oposição não correspondem à realidade.

“A minha relação com o deputado Tiago [Correia, atual líder da Oposição] é muito boa, com os colegas deputados. Não apenas com os deputados de oposição, mas com todos da Casa. Eu sempre digo o seguinte, se eu ficar num ambiente, ou eu expresso aquilo que penso, ou pra mim é melhor me ausentar. (…) No meu caso, em especial, pelo parlamento, eu me norteio pelo regimento da Casa”, disse.

No mesmo contexto, Samuel Júnior comentou também sobre a dinâmica dos acordos de liderança e o respeito ao regimento interno. “Às vezes, quando há o acordo de liderança, é preciso deixar muito bem claro isso: há um acordo de liderança. Não quer dizer que o acordo que foi feito pela liderança, que nesse caso são o deputado Tiago e o deputado Rosemberg [Pinto], seja atropelado no plenário. (…) O acordo de liderança dentro do que está no regimento é para quebrar o rito das comissões. Chegou no plenário, como parlamentar, eu não tenho que seguir exatamente o que o líder assinou”, afirmou.

O deputado disse ainda que eventuais discordâncias não indicam ruptura política. “De repente, o líder assinou uma dispensa de formalidade numa situação, mas eu discordo. Então, como parlamentar, eu preciso fazer essa pontuação. (…) Não sei se alguém que fica insatisfeito com a minha colocação, com os meus posicionamentos, colocou um ‘fogo amigo’. Mas eu estou em paz, muito tranquilo, não há nenhuma zanga”, completou.

Questionado sobre a disputa pela liderança da oposição — posição que foi alvo de debate interno durante o processo de afunilamento desde o final do ano passado —, Samuel afirmou que sua candidatura partiu de colegas e não de iniciativa própria. “Até porque não fui eu que me lancei como um possível líder da oposição, foram colegas que me lançaram naquela época. Hoje estou como primeiro secretário (…). Não tem nem porque eu dizer que estou com alguma zanga. Zero, muito pelo contrário, estou muito bem onde estou, fazendo meu trabalho, sempre ajudando e auxiliando a presidente Ivana [Bastos] que vem fazendo um excelente trabalho”, destacou.

“Agora como parlamentar, independente de ser líder ou de não estar como líder, de ser vice-líder, minha natureza sempre vai ser, se eu estiver no ambiente, eu tenho duas opções, ou eu falo o que penso, ou eu saio do espaço”, acrescentou.

Fonte: bahianoticias